Não sei extamente porquê, mas sinto. Pode até ser um pouco idiota pra você que me lê, porque você não sente, você não sabe. Não sabe de tudo que têm acontecido aqui. Esse lugar é mágico, esquisito e fabuloso! Não consigo por vezes entender de onde surgem tantas possibilidades.
Bom, eu sei que me conheço bem e o berço onde nasci é repleto de humildade, por isso não tenho vergonha de dizer que me sinto superior. É, superior, pois, cada um com seu respectivo qual deveria valorizar o saber alheio, isso sim é inteligência, porém, acima da inteligência está o amor.
Amor próprio
amor impróprio
amor sóbrio
amor palido
amor brando
amor de tango
amor de pele
amor balèle
Então, pensando no amor, sentindo o amor, decidi amar. Viver a expressão pura e verdadeira do amar. Isso envolve um monte de coisas, sempre. Vem de carona toda uma carga de complicações, decisões, incertezas e medos. Quando temos a oportunidade, nos mostramos, muito frágeis, mas sempre dispostos a superar as dificuldades. Por isso percebi que ele não está ainda à minha altura, não está preparado para adimitir suas fraquezas e incertezas neste novo relacionamento. Não é que eu também não sinta tudo isso e se duvidar até um pouco mais, mas é que eu não tenho vergonha de resolver. Um pouco mais de sensibilidade e sinceridade são doses que embriagam qualquer um no caminho da sedução, mas só vejo uma criança boba querendo chamar atenção. E não só a minha, mas de todos à sua volta. É por isso que eu não tenho esperança, nem vontade de conhecer e/ou fazer parte desse mundo...
Pensando bem, nem sei porque de estar junto, se é que estar sem estar é estar. Ficar, beijar, falar, telefonar, estar? Se existe um desejo, ele é remoto e distante desta realidade.
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