sábado, 17 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Dia comum
terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Naty
sábado, 27 de agosto de 2011
Vou estar sentando na calçada,
vendo a chuva cair,
vendo o tempo passar;
Vou lembrar das nossas conversas de escada,
no tempo em que a gente era só pequeno,
e nada perturbava aquela brisa;
Na praia de inverno,
nos corredores do metro,
nos terminais;
Lá, lá estava a certeza do amanhã,
sozinho,
enquanto decolava pra longe o meu querer;
e o céu não era o limite,
e o mundo nem era tão mal,
pequeno me perdia sempre;
Então vinha,
e me pegava pela mão a vida,
e me tentava (me) achar;
me devolver,
e nada do que fazia,
fazia algum sentido;
Porque aquilo,
aquilo era o melhor,
o melhor de tudo;
O melhor do mundo;
Aus Demis
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Estrinito
Viver, reviver e viver
pra (não) ter
o que eu quero
esconder
admito
admitir
este mito
é mentir
minto o
grito
irrito
vomito o
grito
finito (?)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Do teu abraço eu tenho medo,
medo da certeza de que agora,
ele machuca mais do que antes;
é o meu lado machucado,
que com mais dor me faz lembrar,
porque fui embora de ti;
já não me olha o passado com glória,
senão pela boa escolha que fiz,
peço desculpas pelas duras palavras;
mas me fui pra ser feliz,
e te deixar por cima,
pra se sentir melhor quando me vê assim, machucado;
posso não ter a melhor paz,
mas ao menos sei o caminho pra chegar a ela,
e não são aquelas minhas noites em claro;
e sim os laços apertados,
que agora encontrei pra mim,
então que presente mais poderia eu querer;
é o meu lado machucado,
que com mais dor me faz lembrar,
porque fui embora de ti;
já não me olha o passado com glória,
senão pela boa escolha que fiz,
peço desculpas pelas duras palavras;
mas me fui pra ser feliz;
Aus Demis
quinta-feira, 30 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Dos caminhos, da certeza e da lealdade.
Volátil
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A lua.. Confidences (!)
Não quero ódio (?)
(...)
Dor e calor oprimido reprimido
Sem forças nego este podre amido
Arrependida e magoada
Sorrio a loucura de ter amado enganada.
Escorre pelas mãos
O sentimento que transborda o peito
Percorre a extensão na materialidade de sua existência
Calou na garganta a possibilidade de ter negado
Aceitando a podridão interior
Como um amargo veneno
Desce carregando toda sua matéria prima
Concomitantemente cria seu rastro sombrio
Puxa pela própria natureza sem sua beleza
Aparente razão!
Negocio dentro de mim estas possibilidades
Tenho o poder... de escolher
Responsabilidade
Probabilidade
Legitimidade
Conformidade
Periculosidade
Antiluminosidade
Posso ainda esforçar-me mais um pouco? Força?
Toda a raiva
Em algo projetar os sentimentos
Não pode ficar
Estática
eStaticamente estatística
Plácida luz inverte que reflete e inerte
Toda forma em exagero
Amor ou desespero
A dor agoniza em cada veia e chega ao coração
Assim deveria terminar toda essa ilusão
Impossibilidades são receitas postas à mesa do cidadão
Assim consegue-se grandes quantias em vão
Estou à prova
E eu é que tenho que me julgar?
Critérios
À desejar...
Pois toda a imensidão atraída
Está às mãos
A dor existe na própria necessidade de doer
Assim como os pássaros voam sem armaduras, sem proteger
Incoerente
Decisão
Impossível
Sem recisão.
sábado, 11 de junho de 2011
doidadorquesinto,
sentidosensatoquerer,
saberesó,
nemalgo,
nemlogo,
nemlago,
profundoser,
deestar,
querersomenteser,
junto,
daspessoasquesemprevãoser,
semprevãoestar,
noestardaspalavrascoladas,
coladaemmeupeitoacilada,
aciladadeestardesselado,
daspessoasquesemprevãoser,
junto,
querersomenteser,
nemlago,
nemlogo,
nemalgo,
saberesó,
sentidosensatoquerer,
doidadorquesinto.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Pití
Sozinha, tentando sentir
Sem admitir
Sorrir
Até a engolir
E cuspir
Sentir intervir
Agir
Reagir, procuro reagir
Porque quero estar aqui e assim
Me percebi
Sofri
e desse modo inverbal
vivi.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Sem saber, resolvi escrever...
Bom, eu sei que me conheço bem e o berço onde nasci é repleto de humildade, por isso não tenho vergonha de dizer que me sinto superior. É, superior, pois, cada um com seu respectivo qual deveria valorizar o saber alheio, isso sim é inteligência, porém, acima da inteligência está o amor.
Amor próprio
amor impróprio
amor sóbrio
amor palido
amor brando
amor de tango
amor de pele
amor balèle
Então, pensando no amor, sentindo o amor, decidi amar. Viver a expressão pura e verdadeira do amar. Isso envolve um monte de coisas, sempre. Vem de carona toda uma carga de complicações, decisões, incertezas e medos. Quando temos a oportunidade, nos mostramos, muito frágeis, mas sempre dispostos a superar as dificuldades. Por isso percebi que ele não está ainda à minha altura, não está preparado para adimitir suas fraquezas e incertezas neste novo relacionamento. Não é que eu também não sinta tudo isso e se duvidar até um pouco mais, mas é que eu não tenho vergonha de resolver. Um pouco mais de sensibilidade e sinceridade são doses que embriagam qualquer um no caminho da sedução, mas só vejo uma criança boba querendo chamar atenção. E não só a minha, mas de todos à sua volta. É por isso que eu não tenho esperança, nem vontade de conhecer e/ou fazer parte desse mundo...
Pensando bem, nem sei porque de estar junto, se é que estar sem estar é estar. Ficar, beijar, falar, telefonar, estar? Se existe um desejo, ele é remoto e distante desta realidade.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Solo
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
[pequeno tempo]
sexta-feira, 25 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Rapazes
quinta-feira, 17 de março de 2011
- sobre a ofuscação do poeta e do brilho do poema
{Se} Tornarão músicas;
as palavras que em vida deixei de escrever;
às pessoas que cansei de esquecer;
Situações cotidianamente inusitadas,
decorrentes da complexidade das mentes;
nem sei;
Mentes complexas me instigam,
pela incoerência das palavras;
pela sinceridade sem cortes;
Vou resolver um dia;
pode ter certeza;
deixarei pra trás um dia;
Todas as canções com sentido,
todos os sentidos com canções;
Sentimento;
de repentina ofuscação do amor;
Não procure entender;
Mentes complexas me instigam;
Pela incoerência das palavras,
na dificuldade em tentar entender;
{Se} Tornarão músicas;
as palavras que em vida deixei de escrever;
Aus Demis
Ela
em que a flor mais delicada
virou borboleta, e,
num vôo leve e gracioso
resolveu pousar na minha janela.
E viramos amigos.
E sou feliz por isso.
Um dia viro o beija-flor
que há tempos conhece
os detalhes do perfume da flor
e sabe bem como acompanhar
o vôo livre da borboleta.
Lauro Costa G. Borges