segunda-feira, 20 de junho de 2011

A lua.. Confidences (!)

Não quero ódio (?)

(...)

Dor e calor oprimido reprimido

Sem forças nego este podre amido

Arrependida e magoada

Sorrio a loucura de ter amado enganada.








Escorre pelas mãos

O sentimento que transborda o peito

Percorre a extensão na materialidade de sua existência

Calou na garganta a possibilidade de ter negado

Aceitando a podridão interior

Como um amargo veneno

Desce carregando toda sua matéria prima

Concomitantemente cria seu rastro sombrio

Puxa pela própria natureza sem sua beleza

Aparente razão!

Negocio dentro de mim estas possibilidades

Tenho o poder... de escolher

Responsabilidade

Probabilidade

Legitimidade

Conformidade

Periculosidade

Antiluminosidade

Posso ainda esforçar-me mais um pouco? Força?

Toda a raiva

Em algo projetar os sentimentos

Não pode ficar

Estática

eStaticamente estatística

Plácida luz inverte que reflete e inerte

Toda forma em exagero

Amor ou desespero

A dor agoniza em cada veia e chega ao coração

Assim deveria terminar toda essa ilusão

Impossibilidades são receitas postas à mesa do cidadão

Assim consegue-se grandes quantias em vão

Estou à prova

E eu é que tenho que me julgar?

Critérios

À desejar...

Pois toda a imensidão atraída

Está às mãos

A dor existe na própria necessidade de doer

Assim como os pássaros voam sem armaduras, sem proteger

Incoerente

Decisão

Impossível

Sem recisão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário