(o melhor do mundo)
Vou estar sentando na calçada,
vendo a chuva cair,
vendo o tempo passar;
Vou lembrar das nossas conversas de escada,
no tempo em que a gente era só pequeno,
e nada perturbava aquela brisa;
Na praia de inverno,
nos corredores do metro,
nos terminais;
Lá, lá estava a certeza do amanhã,
sozinho,
enquanto decolava pra longe o meu querer;
e o céu não era o limite,
e o mundo nem era tão mal,
pequeno me perdia sempre;
Então vinha,
e me pegava pela mão a vida,
e me tentava (me) achar;
me devolver,
e nada do que fazia,
fazia algum sentido;
Porque aquilo,
aquilo era o melhor,
o melhor de tudo;
O melhor do mundo;
Aus Demis
sábado, 27 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Estrinito
Viver, reviver e viver
pra (não) ter
o que eu quero
esconder
admito
admitir
este mito
é mentir
minto o
grito
irrito
vomito o
grito
finito (?)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
- carta do amigo ao amigo -
do tempo das bebidas mais fortes,
dos amores mais fracos;
agora me aponta pra eles o dia,
e se de dia não posso mais ser,
então que a noite me encontre pelo resto que nos resta;
e nossos cafés amargos e gratuitos,
que me encontre no bosque esta tarde,
pois sempre estarei em casa pra te receber;
Assinar:
Postagens (Atom)