segunda-feira, 15 de agosto de 2011

- carta do amigo ao amigo -

é aquele nosso tempo doido,
do tempo das bebidas mais fortes,
dos amores mais fracos;

agora me aponta pra eles o dia,
e se de dia não posso mais ser,
então que a noite me encontre pelo resto que nos resta;

e nossos cafés amargos e gratuitos,
que me encontre no bosque esta tarde,
pois sempre estarei em casa pra te receber;


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